Sexo! Sexo! Sexo!

Sem imaginação e emoções seria apenas uma atividade fisiológica para fins de reprodução da espécie, quando muito, uma liberação de hormônios e instinto. Como se sabe, sexo para nós, seres humanos, vai muito além disso. Essa é a razão porque todo mundo pensa em sexo, inclusive quem não faz.

Portanto, se as possibilidades anatômicas e sensoriais do sexo estão vinculadas a emoções e imaginação, chegamos a um universo de infinitas possibilidades onde se localiza o reino da fantasia. Se a rotina de sexo satisfaz, palmas para a rotina. Se quebrar a rotina com fantasias arejar a relação, renovar o repertório do desejo, expandir os limites, então vamos a elas.

Fantasia pode ter a ver com um local, com uma situação, com interpretar um papel, com que o parceiro interprete um papel. Estar num cenário diferente ou atuar como se fosse outra pessoa pode ser instigante para ativar a imaginação e estimular o desejo, nos liberando de condicionamentos sociais, inibições, autocensura.

Mas em se tratando de colocar em prática fantasias envolvendo parceiros nem tudo é tão simples. É importante saber como seu parceiro encara fantasias e como reagirá a sua em particular. É bom lembrar que há vários componentes inconscientes e emocionais que envolvem esta questão.

Comunicação  e confiança

Conversar sobre fantasiais é difícil. Costuma ser embaraçoso e às vezes um pouco assustador. Por quê? Porque estamos compartilhando uma parte muito íntima nossa e tememos ser rejeitados. Não é à toa que raramente conversamos livremente sobre nossos desejos e necessidades sexuais.

Não há limites para o que passa pela cabeça das pessoas – e não há motivo para você se preocupar com isso. Às vezes, contudo, podemos pensar que nossas fantasias não são as consideradas “normais” e que temos tendências à perversão. Se você está nesse grupo, não se preocupe. Você não é doente, mas sim criativo.  Discutir com o parceiro pode ser um ótimo termômetro do que ele considera normal e criativo. Afinal, os parceiros devem ser pessoas em quem confiamos e as quais respeitamos. Não só quando o tema é sexo. Vale para todos os assuntos e momentos.

Por onde começar?

O parceiro pode sentir-se intimidado com a ousadia da sua fantasia, ou pode não se sentir muito à vontade em interpretar o papel que você espera dele. Pode rolar também uma insegurança de que o sexo regular e rotineiro perca a graça, e então? Como será depois?  Ou de que as fantasias se tornaram necessárias porque o desempenho habitual já não dá prazer ou pior, que talvez nunca tenha dado lá muito prazer.

Talvez, uma forma de começar a introduzir o assunto seja trazer o lado lúdico, tão importante para o sexo, como algumas brincadeiras que podem ser desde o uso de roupas que venham a seduzir o parceiro ou até mesmo falar de forma direta suas fantasias.

O importante é iniciar com sugestões simples, abrir o canal para suas fantasias. Com certeza as dele também virão à tona. Não é necessário que todas as fantasias tornem-se reais, o campo do imaginário também é bem-vindo. Lembre-se de que o que para você é excitante pode desestimular seu parceiro. A fantasia sexual só deve virar realidade se as pessoas envolvidas estiverem de acordo.

Atenção aos limites

Procurem dar atenção ao limite do outro, pois algumas fantasias podem trazer bastante insegurança para algumas pessoas com autoestima baixa, que entenderão a quebra de rotina como uma insatisfação por parte do parceiro. Nesse caso, pode ser importante ser flexível e ajustar a fantasia em função desses limites. E por outro lado, convém se assegurar que o parceiro entendeu os limites da sua fantasia, que ela não significa necessariamente uma carta branca para qualquer aberração que venha à cabeça.

Por isso é fundamental uma prospecção do “terreno”. Procure sondar como seu parceiro pensa e sente a respeito de fantasias. Procure descobrir se ela/ele próprio tem alguma fantasia. Pode ser um excelente caminho: você realiza a fantasia dele e ele entra na sua.  Com o tempo, as ideias para novas fantasias podem ser elaboradas a dois, ou a três, ou a mais.

Sempre é bom repetir: em matéria de sexo não tem certo, não tem errado, existe “whatever it works” (ou seja, vale o que funcionar).

Se você já tem sua fantasia favorita ou se quer aumentar o repertório, veja agora algumas sugestões da Miss Scarlet.

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