É grande o número de mulheres que não consegue atingir o orgasmo. De acordo com o último levantamento sobre o perfil sexual dos brasileiros, realizado pelo Projeto Sexualidade (ProSex) com mais de 8 mil pessoas do país, 30% das mulheres brasileiras vivem esta situação.

Existem diferentes causas que podem interferir na motivação sexual da mulher, fazendo com que ela não consiga chegar ao clímax. Podem ser causas psicológicas, como o estresse; químicas, como uso de tranquilizantes e bloqueadores de apetite; e também podem ser causas físicas, como dores e infecções.

No jogo da atração sexual, estamos sempre cuidando da pele, do cabelo, das unhas, mas não raro nos esquecemos de dar atenção ao mais importante: nossa vagina.  Exceto pela consulta anual ao ginecologista, poucas mulheres se dão ao trabalho de olhar (sim, olhar) sua vagina à procura de sinais que indiquem a presença de algum problema. Não importa quanto tempo e dinheiro você tenha investido na sua beleza exterior, se a região genital não estiver saudável será difícil sentir prazer.

Por isso, listamos a seguir alguns cuidados a serem tomados para assegurar uma vida sexual plena e prazerosa.

Vamos começar pelo básico.

Não é preciso esperar os sinais (dores, coceira, irritação) para procurar o ginecologista. Previna-se. Faça a cada 15/30 dias um exame geral na região genital. Pegue um espelho, e examine a vulva e entrada dos canais da urina e da vagina. Preste atenção à presença de verrugas, pequenos cortes, manchas e secreções.

Evite o uso diário de calças muito apertadas, pois a região genital necessita de ventilação.  Corte o excesso de pelos desta região para evitar o suor local, que pode provocar coceira, irritações e até aumento do odor.

Banheiros públicos costumam ser uma dor de cabeça.

Às vezes estão sujos, outras, ainda que limpos, as mulheres não se sentem confortáveis em ter qualquer contato com o vaso. Nesses casos o condutor urinário feminino pode ser a solução. Feito de silicone, tem um cano que é ligado a uma base de formato anatômico para encaixar perfeitamente ao corpo. Você poderá fazer xixi em uma posição confortável e limpa, sem o risco de tocar em superfícies sujas.  O coletor é fácil de limpar, reutilizável e pode ser levado para todo lugar, por ser pequeno e discreto.

Escolha produtos íntimos seguros

Os absorventes. Tanto o externo quanto o interno são opções seguras para a mulher durante o período menstrual. Ainda assim, os dois modelos podem oferecer riscos à saúde.

Contudo, se o tempo de troca não for respeitado, os riscos de infecção por conta do acúmulo de sangue aumentam. A recomendação é trocar o tampão a cada 4 horas.

Além disso, como o tampão fica posicionado dentro da vagina, ele acaba absorvendo não só o fluxo menstrual como também as mucosas, o que pode alterar o pH da região. Esta mudança, por sua vez, reduz a imunidade e favorece infecções.

Se a quantidade do seu fluxo menstrual é muito grande, o tampão não é a melhor opção, pois, por reter a menstruação dentro da vagina, favorece uma maior proliferação de bactérias.

Uma boa alternativa ao absorvente é o coletor menstrual. Muitas mulheres ainda têm receio de usá-lo porque desconhecem seus benefícios. Mas a verdade é que ele é mais ecológico, mais higiênico e mais econômico.

O coletor menstrual é um “copinho” anatômico de silicone que deve ser colocado dentro do canal vaginal e, como o nome diz, armazena o sangue ao invés de absorvê-lo, como no método tradicional. Quando ele fica cheio, basta retirar, lavar o recipiente e colocá-lo novamente.

O coletor pode ficar na vagina por até 12 horas, dependendo do fluxo. O contato do absorvente com nosso sangue provoca odor. Com o coletor menstrual isso não acontece. Ele é feito de um silicone medicinal bem maleável, sem químicos que podem fazer mal ao corpo e é hipoalergênico e antibacteriano. Já o absorvente, principalmente se for perfumado, pode desencadear uma reação alérgica.

O absorvente demora cerca de 100 anos para se decompor. O coletor menstrual não é tão frequentemente descartável, podendo durar anos.  Outra grande vantagem é que o risco de vazamento é praticamente nulo quando bem colocado.

Importante ressaltar que cada modelo de coletor tem tamanhos diferentes. Assim quando fizer a sua escolha de compra leia com atenção as especificações do produto assim saberá qual é o mais adequado.

Camisinha feminina.

Tenha sempre a sua. Diferente da masculina, a camisinha feminina protege a vulva e a região escrotal masculina. Isso quer dizer que camisinha feminina oferece maior proteção contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), como verrugas e feridas consequentes de HPV e gonorreia.

A camisinha feminina pode ser inserida na vagina até 8 horas antes do ato sexual, pois não depende da ereção para ser colocada e é muito resistente.  Ela também não aperta o pênis, o que dá mais conforto para o homem e facilita a penetração. Além disso, a o preservativo feminino é mais fino, aumentando a sensibilidade na região.

Outra região erógena da mulher são os seios e estes também devem ser cuidados. O autoexame para a detecção de glândulas deve ser feito com frequência.  Para auxiliar nesta tarefa, o Lifting Bust é perfeito. Ele é um produto dermatologicamente testado, indicado para mulheres que realizaram mastectomia, amamentaram por um longo período, com prótese de silicone ou que gostariam de uma sensibilidade a mais nos seios. Aplicado diariamente sobre os seios com movimentos circulares, ele atua na recuperação da sensibilidade dos seios, na ação tensora da pele e na firmeza dos seios, proporcionando seios firmes e “pontudinhos” para seus momentos de prazer.

Lembre-se: a maioria dos problemas relacionados à higiene íntima são fáceis de resolver. Contudo, deixados de lado podem afetar nossa autoestima e causar problemas na nossa vida sexual, diminuindo o prazer e dando adeus aos abençoados orgasmos.

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